Essa é a segunda parte sobre as atrações que vimos em Assuã, ou Aswan, no Egito. A primeira parte vocês podem conferir aqui, onde falei sobre como chegar na cidade, onde se hospedar e o que fazer por lá.

  • Templo de Ísis em Philae

Depois de visitar a Represa Alta de Assuã, seguimos para o lugar onde pegamos o barco para visitar o Templo de Philae, ou de Ísis. Ele fica em uma ilha e, por isso, é preciso contratar um barco para chegar até lá. Quem providenciou tudo pra gente foi a empresa que contratamos para fazer todos os tours no Egito, a Egypt Tailor Made.

O Templo de Ísis foi um dos templos que mais gostei de conhecer em todo o Egito! Talvez porque esteja mais calmo que os outros e pelo fato de ser em uma ilha, ou porque quando chegamos lá estava vazio… Não sei ao certo, minha “energia” bateu com a de lá. Gostei mesmo!

Nossa visita foi super agradável, pois além de o lugar estar vazio, o clima estava fresquinho (viajamos em dezembro). Como não é um lugar de muita sombra, recomendo que vá de chapéu nos meses mais quentes. Fizemos o tour com o nosso guia, o que faz toda a diferença ao visitar um Templo, já que nem sempre conseguimos “inferir” o que há em cada cantinho, além da história do lugar. Também recomendo que você contrate um guia para visitar o local.

O Templo de Ísis foi construído originalmente na ilha de Philae, no Rio Nilo, na era Ptolomaica (305 a 30 a.C.) e recebeu cultos até o século VI d.C. Com a construção da Baixa Represa, que terminou em 1902, o Templo ficava alagado alguns meses por ano, obviamente danificando bastante a sua estrutura. Então, na década de 70, ele foi realocado para uma das ilhas vizinhas, Agilkia. Por isso, ainda é comum que ele seja chamado apenas de “Templo de Philae”, ou “Filas”.

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No barco, chegando em Philae. Foto: arquivo pessoal

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Tempo de Ísis, em Philae. Foto: arquivo pessoal

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Templo de Ísis, Philae. Foto: arquivo pessoal

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Templo de Ísis e o Rio Nilo. Foto: arquivo pessoal

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Notem que algumas imagens foram apagadas nas paredes (pelos cristãos, que usaram o templo como igreja). Foto: arquivo pessoal

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Templo de Ísis, Philae, Egito. Foto: arquivo pessoal

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Nosso guia Omar Khalifa (omarlxr@yahoo.com) nos explicando o Templo de Ísis. Foto: arquivo pessoal

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Pedaços do Templo que foram modificados na época dos cristãos. Foto: arquivo pessoal

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Interior do Templo de Ísis. Foto: arquivo pessoal

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Templo de Ísis, Egito. Foto: arquivo pessoal

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Templo de Ísis, Aswan. Foto: arquivo pessoal

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Ilha de Philae e o complexo do Templo de Ísis. Foto: arquivo pessoal

  • Jardim Botânico de Aswan

Amei, amei, amei esse lugar! E nem é por causa da minha formação acadêmica, mas porque o lugar é lindo, fresquinho e interessante! Imagine o Rio Nilo, com suas margens férteis seguidas de um deserto gigante (lembram disso das aulas de História, né?). Agora coloque uma ilha no meio do rio com um jardim botânico incrível, cheio de espécies de plantas diferentes, árvores altas com muita sombra e fresquinho (em um país desértico, isso é importante!). Conseguem visualizar esse conceito de oásis? Hehe.

A nossa visita a esse Jardim foi rápida – na verdade, uma parada até a Vila Núbia – mas muito proveitosa. Caminhamos entre as árvores, tiramos várias fotos e ouvimos mais da história do lugar com o nosso guia. O Jardim fica localizado na ilha de  Kitchener e foi dada ao Lord Horatio Kitchener, um militar britânico, no final do século 19. Foi o próprio militar que, pela sua paixão pela botânica, importou plantas de vários países e fez da ilha um jardim. Para chegar até o local é necessário contratar um barco ou uma felucca.

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No barco indo para a ilha do Jardim Botânico, Aswan. Foto: arquivo pessoal

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Entrada do Jardim Botânico de Aswan, Egito. Foto: arquivo pessoal

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Jardim Botânico de Assuã. Foto: arquivo pessoal

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Jardim Botânico de Assuã, Egito. Foto: arquivo pessoal

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Botanical Garden Aswan. Foto: arquivo pessoal

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Jardim Botânico de Assuã. Foto: arquivo pessoal

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Nosso guia nos explicando sobre o Jardim Botânico de Assuã. Foto: arquivo pessoal

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Jardim Botânico de Assuã lindo! Foto: arquivo pessoal

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Navegando pelo Rio Nilo em Aswan. Foto: arquivo pessoal

  • Ilha de Elephantine, ou Elefantina

A ilha de Elephantine é a maior de Assuã. A origem do seu nome é grega e quer dizer “cidade dos elefantes”, provavelmente por causa do comércio de marfim que ocorria na ilha ou das rochas que lembram o grande mamífero. Não se sabe ao certo. Embora seja apenas um pedacinho de terra no meio do Nilo (extensão de 1.500 m por 500 m), já foi palco de muitas histórias e povos e, por isso, possui muitas riquezas arqueológicas e é um dos principais pontos turísticos de Assuã. Se estiver por lá, não deixe de visitar! Além da incrível importância histórica do lugar, a vista de lá para o Rio Nilo e a cidade de Assuã é bem bonita.

Aqui neste site vocês podem encontrar descrições sobre o que ainda podemos ver na ilha nos dias de hoje. A seguir, fotos nas ruínas dos Templos de Elephantine.

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Ilha de Elephantine, Aswan. Foto: arquivo pessoal

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Elephantine, Aswan. Foto: arquivo pessoal

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Ruínas de Elephantine, Aswan. Foto: arquivo pessoal

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Ruínas de Elephantine. Foto: arquivo pessoal

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Elephantine, Assuã, Egito. Foto: arquivo pessoal

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Elephantine, Assuã. Foto: arquivo pessoal

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Elephantine, Aswan. Foto: arquivo pessoal

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